texto2

bememptyvindoemptyaoemptyblogemptydeusemptytememptyumemptyplanoemptynaemptysuaemptyvida

xat

Sejam Bem Vindo em Nome de Jesus!!!!Blog 100% Gospel

Sejam bem Vindo em nome de Jesus!!!! 

--

XAT GOSPEL JESUS AMA VOCE BEM VINDO NO NOSSO XAT FAZEMOS PARCERIAS SE QUISER E SÓ NOS PROCURAR. BRASILJURIDICO@HOTMAIL.COM

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Reportagem sobre jovens evangélicos na revista VEJA

ReligiãoEles são diferentes. E adoram isso
Jovens evangélicos não bebem, não fumam, não têm sexo fora do casamento. Mas a rigidez diminuiu, eles se sentem melhores que os outrose acreditam num futuro de prosperidade

Imagem
CRENTES NA BALADA
Rodrigues (de óculos) com amigos no Brother Simion, point evangélico: beber, não, fumar, também não; beijar, sim, mas sem avançar o sinal

"Eles vão a baladas, namoram, surfam e usam roupas da moda. A diferença entre os evangélicos e a maioria dos outros jovens é que suas festas são sem álcool, o namoro é sem sexo e as roupas, sem exageros – nada de saias pelos pés e cabelos pela cintura, mas decotes e comprimentos moderados. A maneira brasileira de ser evangélico ajuda a explicar os números impressionantes: 17% dos jovens entre 15 e 29 anos se identificam como seguidores de alguma das confissões evangélicas. Basta entrar em qualquer culto pentecostal para constatar a vitalidade de sua presença: praticamente a metade da igreja é sempre composta de jovens. Orgulhosos de seguir uma doutrina aparentemente tão contrária a tudo o que a juventude aprecia em nome de valores espirituais, também assumem a busca da realização material ("Nós merecemos o melhor" é uma declaração constante). Em algumas igrejas específicas, a promessa de redenção é um atrativo poderoso. "A maioria vem aqui porque tem angústias de várias naturezas, entre elas o vício em drogas. Mas uma vida desregrada e um certo desconforto com o mundo, que muitas vezes nem eles mesmos sabem explicar, também trazem muitos jovens para a igreja", enumera Rodrigo Ribeiro Rodrigues, membro há três anos e meio da Bola de Neve Church, igreja conhecida em São Paulo pela presença absoluta de jovens. Rodrigo trabalha como assessor de imprensa da Bola de Neve – sim, a igreja tem assessor. Além dos cultos, ele freqüenta o inusitado pub gospel Brother Simion, ponto de encontro de jovens crentes em São Paulo. O Brother Simion é isso mesmo: pub, ou seja, lugar meio escurinho onde jovens se encontram, e gospel, o que quer dizer que lá não se pode fumar nem beber. "O que mais sai aqui é açaí", diz o Brother Simion em pessoa, o dono do estabelecimento. E que fique claro aos casais: beijar, pode; avançar o sinal, não.

Com o público jovem como alvo específico, as igrejas evangélicas organizam cultos e reuniões freqüentes, estimulam a integração, oferecem emprego e atividades esportivas, em ambiente de violência zero – um diferencial tremendo em locais atormentados por altíssimos índices de criminalidade. Praticamente garantem um futuro de prosperidade e um casamento estável. A quem já escorregou, asseguram a oportunidade de passar uma borracha no passado e ser acolhido como uma nova pessoa, querida pela comunidade. A maioria das religiões parte dos mesmíssimos princípios, mas as igrejas evangélicas aperfeiçoaram uma forma simples e envolvente de apregoar suas vantagens. O jovem vai, empolga-se e julga que não beber e não transar fora do casamento são requisitos razoáveis para um futuro tão promissor. "As pessoas criam esse estereótipo de que ser cristão é ser chato. Não é isso. A gente pode tudo, tem a mesma liberdade que qualquer um. Só que fazemos escolhas. E, na minha opinião, fazemos as melhores", diz Rafael David, 21 anos, da mesma Bola de Neve. A igreja foi fundada em 2000 pelo surfista Rinaldo de Seixas Pereira, o pastor Rina, de 36 anos. Uma vez por ano, dezenas de ônibus de seguidores da Bola de Neve rumam para Florianópolis para participar de torneios de surfe e skate. Na praia, os meninos ouvem reggae com letra religiosa e as meninas usam biquínis comportados..."

Para ler a reportagem na íntegra:
http://veja.abril.com.br/100908/p_134.shtml
"Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude e se há algum louvor, nisso pensai."
Filipenses 4:8
Avatar de usuário
Duda Serra
Prior-da-Ordem
 
Mensagens: 1160
Data de registro: Sáb Set 06, 2008 11:52 am
Localização: Rio de Janeiro

Re: Reportagem sobre jovens evangélicos na revista VEJA

Mensagempor pcsampaio em Seg Set 08, 2008 11:37 pm
:D Duda!
Interessante artigo! A juventude evangélica precisa de divertimento - sim!
Tudo com moderação, claro! Uns mais; outros menos!
Ser crente não é chato, como muita gente pensa...
Mas há crente, católico, etc chatos d +!!!
Paulo César Sampaio
Pastor-fundador do Minist. Benedictus (interdenominacional)
E-mail: paulocesar@benedictus.com.br
Skype: pcesarsampaio
ooVoo: pcesarsampaio
Twitter: pcesarsampaio

http://www.bethfage.com.br
http://www.templarium.blogspot.com
Avatar de usuário
pcsampaio
Prior-da-Ordem
 
Mensagens: 752
Data de registro: Seg Set 08, 2008 4:01 pm
Localização: Fortaleza - CE

Re: Reportagem sobre jovens evangélicos na revista VEJA

Mensagempor J.Amaro em Ter Set 09, 2008 8:40 am
Acho interessante os jovens terem um ponto de divertimento, é claro que sob controle.
Ser crente não é ser chato, como já disseram. Chega de ter aquela idéia de que crente, é aquele que usa calça, não joga, não se diverte, e as mulheres, não cortam o cabelo, nem se cuidam. Isso é uma idéia antiquada.

Mas por outro lado, tem que haver um certo controle em tudo em que vai ser feito para que não se perca o controle, sobre os jovens, e nem passem dos limites.
Avatar de usuário
J.Amaro
Aprendiz de Ordem
 
Mensagens: 134
Data de registro: Sáb Set 06, 2008 9:33 pm

Nenhum comentário:

Postar um comentário